terça-feira, janeiro 31, 2006

Grande Convocatória! é já na próxima 5ª feira ....

'Avôs metralha' acusam morto em tribunal

O Texas e o Rosa ligaram-me, eu fui ter com eles, mas meti-me nos copos e não me lembro de mais nada". Foi assim que Vítor Rocha, mais conhecido por Orelhas, começou o seu testemunho, na primeira audiência de um julgamento que começou ontem no Tribunal de Sintra, e cujos contornos burlescos já fizeram com que ficasse conhecido como "o caso dos avôs metralha".
A história remonta a 1 de Abril de 2004. Três homens de 71, 67 e 62 anos (respectivamente Texas, Orelhas e Rosa) foram apanhados em flagrante, depois de terem assaltado, alegadamente pela segunda vez, uma pastelaria nos arredores de Abrantes.

Além da avançada idade dos assaltantes, uma outra curiosidade transformou um simples roubo num enredo quase cinematográfico. A mercadoria furtada consistia em chocolates, bombons, pastilhas elásticas e... rebuçados. Mas o insólito não fica por aqui. Ao que tudo indica, os três ladrões só terão sido apanhados porque a namorada de um deles - uma jovem de 18 anos - terá decidido denunciar o crime à Polícia Judiciária.

Depois de se ter escudado no álcool para se demarcar do primeiro assalto, e instigado a comentar a sua participação no segundo roubo à mesma pastelaria, o Orelhas repetiu "Da segunda vez foi igual. Fui ter com eles mas, como cheguei antes da hora marcada, tornei a embriagar-me. E não me recordo de mais nada". A juíza, presidente do colectivo, não conteve o riso e retorquiu: "Isso é que o senhor bebeu! Bebeu e bem!"
Armas e droga à mistura
Quanto ao material encontrado na roulotte de Orelhas, num mandado de busca posterior à detenção, (uma caçadeira, munições, meio quilo de haxixe, vários cartuchos, um spray de gás paralisante), o arguido disse não ter conhecimento de nada "Quando fui detido, depois do assalto, dei as chaves da minha roulotte ao Rosa...". A juíza tornou à ironia "Quer fazer os juízes acreditar que foi o sr. António Rosa que lá pôs essas coisas? Isso dá jeito porque como ele entretanto morreu não é possível saber, não é verdade?"
Já os bilhetes de identidade roubados que Orelhas tinha em sua posse, um dos quais falsificado com a sua fotografia, o arguido não teve como negar nem tentou culpabilizar o comparsa já morto. "Isso é verdade. Comprei os bilhetes de identidade em Barcelona".
A esferográfica como arma
O segundo arguido a ser ouvido ontem pelo colectivo de juízes foi Manuel Pires, conhecido por Texas. O homem de 71 anos foi muito claro "Dizem que assaltámos a pastelaria duas vezes e é mentira. Nós fomos lá uma primeira vez mas foi só para estudar a melhor maneira de entrar. Mas nem sequer entrámos. Depois voltámos uma segunda vez. Mas como , para nossa surpresa, as janelas estavam com grades, também não chegámos a entrar. Só à terceira é que foi".
Sobre a sua participação no assalto, Texas alegou ter ficado sempre no carro, além de nunca ter imaginado que os parceiros fossem à pastelaria com o intuito de a assaltar "O que estava combinado era que eles iam arrombar o cadeado da máquina do tabaco. E só isso. Nunca me passou pela cabeça que eles trouxessem mercadoria do café onde eu era cliente habitual".
Segundo Texas, o canhão da máquina do tabaco serviria de molde para o Rosa, serralheiro de profissão, fazer uma chave destinada a abrir um armazém de jipes. "Eu não sou ladrão. A minha arma é a esferográfica", sublinhou ainda, em tom grave.
A culpa é do morto
No que diz respeito à arma encontrada na sua casa, Texas garantiu não lhe pertencer. "E então a arma era de quem?", quis saber a juíza. "Não posso dizer", começou o Texas, acrescentando depois em surdina "Não vou agora atirar as culpas para cima de um morto, não é?"
A juíza esboçou então um sorriso sardónico "Não me diga que a arma também pertencia ao falecido sr. Rosa?" O arguido acabou por confirmar, jurando dizer nada mais do que a verdade. A presidente do colectivo de juízes tornou a rir com a convicta resposta do arguido: "Ora como é que eu já estava a adivinhar?"
O julgamento do assalto dos "avôs metralha" continua no próximo dia 2 de Fevereiro. É Karraspanov, ou o Rei que não gostava de Rock quem convoca!

segunda-feira, janeiro 30, 2006

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domingo, janeiro 22, 2006

Democracia bufa, bafienta e balofa impede sã pastuscada quando já estavam em curso preparativos para o almejado almoço.

GNR intervém para evitar almoço comemorativo em secção de voto
22.01.2006 - 12h57 Lusa
A GNR foi hoje chamada à freguesia de Vilares da Vilariça, no distrito de Bragança, para impedir que no mesmo espaço da secção de voto para as presidenciais ocorresse um almoço de uma batida ao javali.
Segundo contou à Lusa o governador civil, Jorge Gomes, a Junta de Freguesia programou para a sede da autarquia um almoço convívio de uma caçada ao javali que teve lugar esta manhã na aldeia do concelho de Alfândega da Fé. No mesmo espaço encontra-se a funcionar a secção de voto para as eleições presidenciais, o que impedia a realização de tal convívio, já que a lei proíbe eventos que possam afectar o normal funcionamento a menos de 50 metros das secções de voto. De acordo com o governador, a GNR foi alertada para a situação quando já estavam em curso os preparativos para o almoço. As forças de segurança deslocaram-se ao local e a festa da batida ao javali acabou por ser transferida para outro espaço, ainda segundo o governador civil.
post scriptum - postem aí uma referência qualquer acerca da incógnita coisa ... sff?

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Questiúncula.


O zé checo coloca à apreciação dos comPadres o seguinte: antecipar a comezaina para a quartafeira dia 18.

Assim como assim o cabrão do gadelhudo não vai lá por os pés (mesmo sendo dia 19 uma puta duma 5ª feira) e o checo sempre podería tirar a barriga de misérias ... Parece que anda num curso de formação expontânea às 3ªs e 5ªs ...
e vivó IEFP!

terça-feira, janeiro 10, 2006